
Nesta obra, o azul do cobre demorado e a ferrugem do ferro demorado encontram-se numa cruz sem força. A composição recusa a geometria mas a admite, metade artista, metade apetite do próprio material. A escala é íntima.
Um painel que devolve a química do lugar, o azul do cobre demorado, a ferrugem do ferro demorado, encontrados numa cruz sem força. Lavrinha é, ao mesmo tempo, um nome e uma veia. Seria injusto chamar a obra de pequena. Ela é íntima. A intimidade é a escala mais difícil.